Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Jó, 24

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Et

    Sl

    Pv

    Ec

    Ct

    Is

    Jr

    Lm

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    Atos

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    1 "Por que o Todo-poderoso não marca as datas para julgamento? Por que aqueles que o conhecem não chegam a vê-las?

    2 Há os que mudam os marcos dos limites e apascentam rebanhos que eles roubaram.

    3 Levam o jumento que pertence ao órfão e tomam o boi da viúva como penhor.

    4 Forçam os necessitados a saírem do caminho e os pobres da terra a esconder-se.

    5 Como jumentos selvagens no deserto, os pobres vão em busca de comida; da terra deserta a obtêm para os seus filhos.

    6 Juntam forragem nos campos e respigam nas vinhas dos ímpios.

    7 Pela falta de roupas, passam a noite nus; não têm com que cobrir-se no frio.

    8 Encharcados pelas chuvas das montanhas, abraçam-se às rochas por falta de abrigo.

    9 A criança órfã é arrancada do seio de sua mãe; o recém-nascido do pobre é tomado para pagar uma dívida.

    10 Por falta de roupas, andam nus; carregam os feixes, mas continuam famintos.

    11 Espremem azeitonas dentro dos seus muros; pisam uvas nos lagares, mas assim mesmo sofrem sede.

    12 Sobem da cidade os gemidos dos que estão para morrer, e as almas dos feridos clamam por socorro. Mas Deus não vê mal nisso.

    13 "Há os que se revoltam contra a luz, não conhecem os caminhos dela e não permanecem em suas veredas.

    14 De manhã o assassino se levanta e mata os pobres e os necessitados; de noite age como ladrão.

    15 Os olhos do adúltero ficam à espera do crepúsculo; ‘Nenhum olho me verá’, pensa ele; e mantém oculto o rosto.

    16 No escuro os homens invadem casas, mas de dia se enclausuram; não querem saber da luz.

    17 Para eles a manhã é tremenda escuridão; eles são amigos dos pavores das trevas.

    18 "São, porém, como espuma sobre as águas; sua parte da terra foi amaldiçoada, e por isso ninguém vai às vinhas.

    19 Assim como o calor e a seca depressa consomem a neve derretida, assim a sepultura consome os que pecaram.

    20 Sua mãe os esquece, os vermes se banqueteiam neles. Ninguém se lembra dos maus; quebram-se como árvores.

    21 Devoram a estéril e sem filhos e não mostram bondade para com a viúva.

    22 Mas Deus, por seu poder, os arranca; embora firmemente estabelecidos, a vida deles não tem segurança.

    23 Ele poderá deixá-los descansar, sentindo-se seguros, mas os vigia atento nos caminhos que seguem.

    24 Por um breve instante são exaltados, e depois se vão; colhidos como todos os demais; ceifados como espigas de cereal.

    25 "Se não é assim, quem poderá provar que minto e reduzir a nada as minhas palavras? "