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    II Coríntios, 4

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    Notas do capítulo
    • Em 2 Coríntios 4, Paulo fala sobre o ministério que ele e seus companheiros exercem e como eles enfrentam dificuldades, mas não desistem por causa da esperança que têm em Cristo. Ele também discute como a glória de Deus é revelada na obra de Cristo e como a nossa própria fraqueza torna essa glória mais evidente. Aqui estão cinco versículos relacionados com esses temas:

    • Romanos 5:3-5: "E não somente isso, mas também nos gloriamos nas tribulações, porque sabemos que a tribulação produz perseverança; a perseverança, um caráter aprovado; e o caráter aprovado, esperança. E a esperança não nos decepciona, porque Deus derramou seu amor em nossos corações por meio do Espírito Santo que ele nos concedeu." Este versículo mostra como a tribulação pode produzir perseverança e, eventualmente, esperança, como Paulo fala em 2 Coríntios 4.

    • 2 Coríntios 1:3-4: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações semelhantes." Aqui, Paulo destaca como Deus é o consolador em meio às tribulações, o que é importante para lidar com as dificuldades que ele e seus companheiros enfrentam.

    • João 1:14: "E o Verbo se tornou carne e habitou entre nós. Vimos a sua glória, a glória como do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade." Este versículo destaca a encarnação de Jesus, que é a base da obra que Paulo e seus companheiros realizam e é a fonte da glória de Deus que é revelada.

    • 2 Coríntios 4:7: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós." Aqui, Paulo fala sobre como a nossa fraqueza é evidenciada na nossa humanidade limitada, mas como isso permite que a glória de Deus seja ainda mais evidente.

    • Romanos 8:18: "Considero que os nossos sofrimentos atuais não podem ser comparados com a glória que em nós será revelada." Aqui, Paulo destaca como a glória de Deus será revelada através do sofrimento que ele e seus companheiros enfrentam, uma ideia semelhante à que ele expressa em 2 Coríntios 4.

    1 Pelo que, tendo nós tal ministério, em virtude da misericórdia (de Deus) que alcançamos, não perdemos a coragem,

    2 antes repudiamos todo o proceder vergonhoso e dissimulado. Não procedemos com artifício, nem adulteramos a palavra de Deus, mas recomendamo-nos a nós mesmos à consciência de todos os homens, diante de Deus, por meio da manifestação da verdade.

    3 E, se o nosso Evangelho ainda está encoberto, é para aqueles que se perdem que está encoberto,

    4 para aqueles infiéis de quem o deus deste século cegou os entendimentos, para que não resplandeça para eles a luz do Evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus.

    5 Em verdade, não nos pregamos a nós mesmos, mas a Jesus Cristo, que é Senhor. Nós, pois, consideramo-nos vossos servos, por Jesus,

    6 porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, ele mesmo iluminou nossos corações, para que neles brilhe o conhecimento da glória de Deus, que resplandece na face do Cristo.

    7 Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que se veja bem que esse extraordinário poder vem de Deus e não de nós.

    8 Em tudo sofremos tribulação, mas não somos oprimidos; somos cercados de dificuldades, mas não desesperamos;

    9 somos perseguidos, mas não desamparados; somos abatidos, mas não perecemos,

    10 trazendo sempre em nosso corpo os traços da morte de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste nos nossos corpos.

    11 Efetivamente, nós, que vivemos, somos continuamente entregues à morte por amor de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste na nossa carne mortal.

    12 A morte, pois, opera em nós, e a vida em vós.

    13 Mas, tendo o mesmo espírito de fé, segundo está escrito: Eu cri, por isso falei (Ps. 114, 1), também nós cremos, e por isso também é que falamos,

    14 sabendo que aquele, que ressuscitou o Senhor Jesus, nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará convosco diante dele (para sermos glorificados).

    15 Tudo, com efeito, é por amor de vós, para que a graça, multiplicando-se, faça abundar o reconhecimento no coração de um número cada vez maior, para glória de Deus.

    16 E’ por isto que não desfalecemos; antes, pelo contrário, embora se destrua em nós o homem exterior, todavia o (homem) interior vai-se renovando de dia para dia.

    17 Sim, o que presentemente é para nós uma tribulação momentânea e ligeira, prepara-nos, além de toda a medida, um peso eterno de gloria,

    18 não atendendo nós às coisas que se vêem, mas sim às que se não vêem. Com efeito, as coisas que se vêem são passageiras; as que não se vêem, são eternas.