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    São Mateus, 25

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    Notas do capítulo
    • São Mateus 25 apresenta três parábolas de Jesus sobre o fim dos tempos e o julgamento final. A primeira é a parábola das dez virgens, que mostra a importância da preparação e vigilância para a vinda do noivo, que simboliza Jesus. A segunda é a parábola dos talentos, que enfatiza a responsabilidade que cada um tem de usar os dons que Deus lhe deu para o bem comum e o crescimento do Reino de Deus. A terceira é a parábola das ovelhas e dos bodes, que mostra que o julgamento final será baseado em nossas ações de amor e serviço aos outros.

    • 1 Coríntios 12:7: "A cada um, porém, é dada a manifestação do Espírito para o proveito comum." Assim como a parábola dos talentos ensina, Deus nos deu dons e talentos específicos que devemos usar para o bem dos outros e a glória de Deus.

    • Tiago 1:22: "Sede cumpridores da palavra, e não somente ouvintes, enganando-vos com falsos discursos." A parábola das dez virgens enfatiza a importância da vigilância e preparação para a vinda do noivo. Essa vigilância inclui ouvir e obedecer a Palavra de Deus.

    • 1 João 3:17: "Ora, aquele que possuir recursos deste mundo, e vir a seu irmão padecer necessidade, e fechar-lhe o seu coração, como pode permanecer nele o amor de Deus?" A parábola das ovelhas e dos bodes ensina que o julgamento final será baseado em nossas ações de amor e serviço aos outros. Esse versículo em particular enfatiza a importância de compartilhar nossos recursos com os necessitados.

    • 1 Tessalonicenses 5:6: "Não durmamos, pois, como os demais, mas vigiemos e sejamos sóbrios." A parábola das dez virgens enfatiza a importância da vigilância e preparação para a vinda do noivo. Esse versículo em particular enfatiza a necessidade de estar alerta e vigilante espiritualmente.

    • Romanos 12:13: "Comunicai com os santos nas suas necessidades, segui a hospitalidade." A parábola das ovelhas e dos bodes ensina que o julgamento final será baseado em nossas ações de amor e serviço aos outros. Esse versículo em particular enfatiza a importância de mostrar hospitalidade e compartilhar o que temos com os irmãos na fé.

    1 Então será semelhante o reino dos céus a dez virgens, que, tomando as suas lâmpadas, saíram ao encontro do esposo.

    2 Cinco delas eram loucas, e cinco prudentes.

    3 As cinco loucas, tomando as lâmpadas, não levaram azeite consigo;

    4 as prudentes, porém, levaram azeite nos seus vasos juntamente com as lâmpadas.

    5 Tardando o esposo, começaram a toscanejar todas, e adormeceram.

    6 À meia-noite, ouviu-se um clamor: Eis que vem o esposo. Saí ao seu encontro.

    7 Então levantaram-se todas aquelas virgens, e prepararam as suas lâmpadas.

    8 As loucas disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lámpadas apagam-se.

    9 As prudentes responderam: Para que não suceda faltar-nos ele a nós e a vós, ide antes aos que o vendem, e comprai para vós.

    10 Mas, enquanto elas foram comprá-lo, chegou o esposo, e as que estavam preparadas entraram com ele a celebrar as bodas, e foi fechada a porta.

    11 Mais tarde, chegaram também as outras virgens, dizendo: Senhor, Senhor, abre-nos!

    12 Ele, porém, respondeu: Na verdade vos digo que não vos conheço.

    13 Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.

    14 Será também como um homem que, estando para empreender uma viagem, chamou os seus servos, e lhes entregou os seus bens.

    15 Deu a um cinco talentos, a outro dois, a outro um, a cada um, segundo a sua capacidade, e partiu.

    16 Logo em seguida, o que tinha recebido cinco talentos foi, negociou com eles, e ganhou outros cinco.

    17 Da mesma sorte o que tinha recebido dois, ganhou outros dois.

    18 Mas o que tinha recebido um só, foi fazer uma cova na terra, e nela escondeu o dinheiro do seu senhor.

    19 Muito tempo depois, voltou o senhor daqueles servos, e chamou-os a contas.

    20 Aproximando-se o que tinha recebido cinco talentos, apresentou-lhe outros cinco, dizendo: Senhor, tu entregaste-me cinco talentos, eis outros cinco que lucrei.

    21 Sou senhor disse-Ihe: Está bem, servo bom e fiel, já que foste fiel em poucas coisas, dar-te-ei a intendência de muitas; entra no gozo de teu senhor.

    22 Apresentou-se também o que tinha recebido dois talentos, e disse: Senhor, entregaste-me dois talentos, eis que lucrei outros dois.

    23 Seu senhor disse-lhe: Está bem, servo bom e fiel, já que foste fiel em poucas coisas, dar-te-ei a intendência de muitas; entra no gozo de teu senhor.

    24 Apresentando-se também o que tinha recebido um só talento, disse: Senhor, sei que és um homem austero, que colhes onde não semeaste, e recolhes onde não espalhaste.

    25 Tive receio e fui esconder o teu talento na terra; eis o que é teu.

    26 Então, o seu senhor disse-lhe: Servo mau e preguiçoso, sabias que eu colho onde não semeei, e que recolho onde não espalhei.

    27 Devias pois dar o meu dinheiro aos banqueiros, e, à minha volta, eu teria recebido certamente com juro o que era meu.

    28 Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem dez talentos.

    29 Porque ao que tem, der-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, tirar-se-lhe-á até o que julga ter.

    30 E a esse servo inútil lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.

    31 Quando, pois, vier o Filho do homem na sua majestade, e todos os anjos com ele, então se sentará sobre o trono de sua majestade.

    32 Todas as nações serão congregadas diante dele, e separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos.

    33 E porá as ovelhas à sua direita, e os cabritos à esquerda.

    34 Então o Rei dirá aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai, possuí o reino que vos está preparado desde a criação do mundo,

    35 porque tive fome, e destes-me de comer; tive sede, e destes-me de beber; era peregrino, e recolhestes-me; (ver nota)

    36 nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; estava na prisão, e fostes visitar-me,

    37 Então, os justos, lhe responderão: Senhor, quando é que nós te vimos faminto, e te demos de comer; sequioso, e te demos de beber?

    38 Quando te vimos peregrino, e te recolhemos; nu, e te vestimos?

    39 Ou quando té vimos enfermo, ou na prisão, e fomos visitar-te?

    40 O Rei, respondendo, lhes dirá: Na verdade vos digo que todas as vezes que vós fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes.

    41 Em seguida, dirá aos que estiverem à esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, que foi preparado para o demônio e para os seus anjos;

    42 porque tive fome, e não me destes de comer; tive sede, e não me destes de beber;

    43 era peregrino, e não me recolhestes; estava nu, e não me vestistes; enfermo e na prisão, e não me visitastes.

    44 Então, eles, também responderão: Senhor, quando é que nós te vimos faminto ou sequioso, ou peregrino, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não te assistimos?

    45 E lhes responderá: Na verdade vos digo : Todas as vezes que o não fizestes a um destes mais pequeninos, a mim o não fizestes.

    46 E esses irão para o suplício eterno; e os justos para a vida eterna."