Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Hebreus, 6

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    1 Portanto, agora que deixámos para trás a doutrina básica acerca do Cristo, avancemos à madureza, sem lançar novamente um alicerce, a saber, o arrependimento de obras mortas e a fé em Deus,

    2 o ensinamento sobre batismos e a imposição das mãos, a ressurreição dos mortos e o julgamento eterno.

    3 E isso faremos, se Deus o permitir.

    4 Pois, no que se refere àqueles que já foram esclarecidos, que provaram a dádiva*1 celestial, que se tornaram participantes do espírito santo

    1. Ou: “dádiva gratuita”.

    5 e que provaram a boa palavra de Deus e os poderes do futuro sistema de coisas,*1

    1. Ou: “da época futura”. Veja o Glossário.

    6 mas que se desviaram, é impossível que sejam novamente levados ao arrependimento; porque eles pregam outra vez para si mesmos o Filho de Deus na estaca e expõem-no à desonra pública.

    7 Pois o solo recebe uma bênção de Deus quando absorve a chuva que frequentemente cai sobre ele, e então produz vegetação útil àqueles para quem é cultivado.

    8 Mas, se produz espinhos e abrolhos, é rejeitado e está prestes a ser amaldiçoado e por fim será queimado.

    9 No entanto, amados, embora estejamos a falar desta maneira, estamos convencidos de coisas melhores no vosso caso, coisas relacionadas com a salvação.

    10 Pois Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do amor que mostraram pelo seu nome, por servirem os santos e continuarem a servi-los.

    11 Mas desejamos que cada um de vocês mostre a mesma diligência, para ter a plena certeza da esperança até ao fim,

    12 para que não se tornem preguiçosos, mas sejam imitadores daqueles que pela fé e pela paciência herdam as promessas.

    13 Pois, quando Deus fez a sua promessa a Abraão, como não podia jurar por ninguém maior, jurou por si mesmo,

    14 dizendo: “Certamente te abençoarei e certamente te multiplicarei.”

    15 Assim Abraão, depois de ter mostrado paciência, obteve esta promessa.

    16 Porque os homens juram por alguém maior, e o seu juramento é o fim de toda a controvérsia, visto que para eles é uma garantia legal.

    17 Da mesma maneira, quando Deus decidiu demonstrar mais claramente aos herdeiros da promessa que o seu propósito*1 era imutável, ele garantiu-o*2 com um juramento,

    1. Ou: “conselho”.

    2. Ou: “ele interveio”. Lit.: “ele mediou”.

    18 para que, por meio de duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, nós, os que fugimos para o refúgio, recebamos forte encorajamento para nos apegarmos firmemente à esperança que nos é apresentada.

    19 Temos esta esperança como uma âncora para a alma,*1 tanto segura como firme, e ela entra até ao interior, atrás da cortina,

    1. Ou: “para a nossa vida”.

    20 onde um precursor entrou em nosso benefício: Jesus, que se tornou sumo sacerdote para sempre à maneira de Melquisedeque.