Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Marcos, 11

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    1 Então, quando estavam a chegar perto de Jerusalém, de Betfagé e de Betânia, no monte das Oliveiras, ele enviou dois dos seus discípulos

    2 e disse-lhes: “Vão à aldeia que está ao alcance da vista e, assim que lá entrarem, encontrarão um jumentinho amarrado, o qual ainda ninguém montou. Desamarrem-no e tragam-no aqui.

    3 E, se alguém vos perguntar: ‘Porque é que estão a fazer isso?’, digam: ‘O Senhor precisa dele, e logo o mandará de volta.’”

    4 Assim, partiram e encontraram o jumentinho amarrado a uma porta, do lado de fora, na rua, e desamarraram-no.

    5 No entanto, alguns dos que estavam ali perguntaram-lhes: “O que é que estão a fazer, a desamarrar o jumentinho?”

    6 Disseram-lhes o que Jesus tinha dito, e eles deixaram-nos ir.

    7 Trouxeram então a Jesus o jumentinho, colocaram sobre este as suas capas, e ele sentou-se nele.

    8 Também, muitos estenderam as suas capas na estrada, mas outros cortaram ramos dos campos.

    9 E os que iam à frente e os que vinham atrás gritavam: “Salva, rogamos! Bendito é aquele que vem em nome de Jeová!*1

    1. Veja o Ap. A5.

    10 Bendito é o Reino que virá, do nosso pai David! Salva, rogamos, nas maiores alturas!”

    11 E ele entrou em Jerusalém, foi ao templo e observou tudo em volta, mas, visto que já era tarde, saiu com os Doze para Betânia.

    12 No dia seguinte, quando estavam a sair de Betânia, ele sentiu fome.

    13 A certa distância, viu uma figueira que tinha folhas e foi ver se encontrava alguma coisa nela. Mas, ao chegar perto dela, não encontrou nada, exceto folhas, pois não era a estação dos figos.

    14 Então, ele disse-lhe: “Nunca mais ninguém coma do teu fruto.” E os discípulos estavam a ouvir.

    15 Chegaram então a Jerusalém. Ali, ele entrou no templo e começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo, e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas;

    16 e não deixava ninguém carregar nenhum utensílio através do templo.

    17 Ele ensinava, dizendo-lhes: “Não está escrito: ‘A minha casa será chamada casa de oração para todas as nações’? Mas vocês fizeram dela um covil de ladrões.”

    18 Os principais sacerdotes e os escribas ouviram isto, e começaram a procurar uma maneira de o matar, pois tinham medo dele, porque toda a multidão estava maravilhada com o seu ensino.

    19 Quando se fez tarde no dia, saíram da cidade.

    20 Mas, de manhã cedo, ao passarem pela figueira, viram que ela estava seca desde as raízes.

    21 Pedro lembrou-se e disse-lhe: “Rabi, olha! A figueira que amaldiçoaste secou-se.”

    22 Jesus disse-lhe em resposta: “Tenham fé em Deus.

    23 Digo-vos a verdade: Quem disser a este monte: ‘Levanta-te e atira-te ao mar’, e não duvidar no coração, mas tiver fé de que aquilo que diz vai acontecer, assim acontecerá.

    24 É por isso que vos digo: Todas as coisas que pedirem em oração, tenham fé em que já as receberam, e irão tê-las.

    25 E, quando estiverem de pé, a orar, perdoem o que tiverem contra alguém, para que o vosso Pai, que está nos céus, também vos perdoe as vossas falhas.”

    26 *1——

    1. Veja o Ap. A3.

    27 Chegaram novamente a Jerusalém. E enquanto ele andava pelo templo, os principais sacerdotes, os escribas e os anciãos vieram

    28 e perguntaram-lhe: “Com que autoridade é que fazes estas coisas? E quem é que te deu autoridade para fazer estas coisas?”

    29 Jesus disse-lhes: “Vou fazer-vos uma pergunta. Respondam-me, e eu vou dizer-vos com que autoridade faço estas coisas.

    30 O batismo de João era do céu ou dos homens?*1 Respondam-me.”

    1. Ou: “de origem humana”.

    31 Então, eles começaram a raciocinar entre si, dizendo: “Se dissermos: ‘Do céu’, ele dirá: ‘Então, porque é que não acreditaram nele?’

    32 Mas atrevemo-nos a dizer: ‘Dos homens’?” Eles tinham medo da multidão, pois todos achavam que João realmente tinha sido um profeta.

    33 Assim, responderam a Jesus: “Não sabemos.” Jesus disse-lhes: “Então, eu também não vos digo com que autoridade faço estas coisas.”