Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Cântico de Salomão, 2

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    1 “Sou apenas uma flor de açafrão*1 da planície costeira, Um lírio dos vales.”

    1. Ou: “um croco”.

    2 “Como um lírio entre os espinhos, Assim é a minha amada entre as moças.”

    3 “Como uma macieira entre as árvores da floresta, Assim é o meu querido entre os rapazes. Desejo ardentemente sentar-me à sua sombra, E o seu fruto é doce ao meu paladar.

    4 Ele levou-me à sala de banquete,*1 E o seu estandarte sobre mim era o amor.

    1. Lit.: “casa de vinho”.

    5 Revigorem-me com passas prensadas, Sustentem-me com maçãs, Pois estou a desfalecer de amor.

    6 A sua mão esquerda está sob a minha cabeça, E a sua mão direita abraça-me.

    7 Ponho-vos sob juramento, ó filhas de Jerusalém, Pelas gazelas e pelas corças do campo: Não tentem despertar nem suscitar em mim amor até que este o queira.

    8 Ouço o meu querido a chegar! Vejam! Lá vem ele, Escalando os montes, saltando pelas colinas.

    9 O meu querido é como uma gazela, como um filhote de corça. Lá está ele, atrás da nossa parede, Olhando pelas janelas, Espreitando pelas gelosias.*1

    1. Isto é, grades de ripas de madeira colocadas nas janelas.

    10 O meu querido diz-me: ‘Levanta-te, minha amada, Minha bela, vem comigo.

    11 Vê! O inverno*1 passou. As chuvas cessaram, foram-se embora.

    1. Ou: “A estação chuvosa”.

    12 Apareceram as flores na terra, Já chegou o tempo da poda, E ouve-se o canto da rola nos campos.

    13 Amadureceram os primeiros frutos da figueira; As videiras estão em flor e exalam a sua fragrância. Levanta-te, minha amada, e vem. Minha bela, vem comigo.

    14 Ó minha pomba, nos abrigos dos rochedos, Nas fendas dos penhascos, Deixa-me ver-te e ouvir a tua voz, Pois a tua voz é agradável, e bela é a tua aparência.’”

    15 “Apanhem as raposas para nós, As pequenas raposas que estragam as vinhas, Pois as nossas vinhas estão em flor.”

    16 “O meu querido é meu, e eu sou dele. Ele pastoreia entre os lírios.

    17 Antes que sopre a brisa do dia*1 e as sombras fujam, Volta depressa, meu querido, Como a gazela ou o filhote de corça sobre as montanhas de separação.*2

    1. Lit.: “que o dia respire”.

    2. Ou, possivelmente: “as montanhas fendidas”. Ou: “as montanhas de Beter”.