Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    2 Reis, 18

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    1 No terceiro ano de Oseias, filho de Elá, rei de Israel, Ezequias, filho de Acaz, rei de Judá, tornou-se rei.

    2 Ele tinha 25 anos de idade quando se tornou rei, e reinou durante 29 anos em Jerusalém. O nome da sua mãe era Abi,*1 filha de Zacarias.

    1. Forma abreviada de Abias.

    3 Ele fazia o que era certo aos olhos de Jeová, assim como David, seu antepassado, tinha feito.

    4 Foi ele quem removeu os altos sagrados, despedaçou as colunas sagradas e derrubou o poste sagrado.*1 Também esmiuçou a serpente de cobre que Moisés tinha feito, pois até àquela altura o povo de Israel oferecia-lhe fumo sacrificial; e chamavam-lhe ídolo-serpente de cobre.*2

    1. Veja o Glossário.

    2. Ou: “chamavam-lhe Neustã”.

    5 Ezequias confiou em Jeová, o Deus de Israel; não houve ninguém igual a ele entre todos os reis de Judá, nem antes nem depois dele.

    6 Ele apegava-se a Jeová e não deixou de o seguir. Continuou a guardar os mandamentos que Jeová tinha dado a Moisés.

    7 E Jeová estava com ele. Em tudo o que ele fazia, agia com sabedoria. Rebelou-se contra o rei da Assíria e recusou-se a servi-lo.

    8 Ele também derrotou os filisteus até Gaza e os seus territórios, desde a torre de vigia até à cidade fortificada.*1

    1. Isto é, em todos os lugares, tanto nos pouco habitados como nos populosos.

    9 No quarto ano do rei Ezequias, isto é, no sétimo ano de Oseias, filho de Elá, rei de Israel, Salmaneser, rei da Assíria, veio contra Samaria e começou a cercá-la.

    10 Eles tomaram-na ao fim de três anos; Samaria foi tomada no sexto ano de Ezequias, que era o nono ano de Oseias, rei de Israel.

    11 Depois, o rei da Assíria levou Israel para o exílio na Assíria, e estabeleceu-os em Hala e em Habor, ao pé do rio Gozã, e nas cidades dos medos.

    12 Isto aconteceu porque não tinham escutado a voz de Jeová, seu Deus, mas continuaram a violar o seu pacto, tudo o que Moisés, o servo de Jeová, tinha ordenado. Eles não escutaram nem obedeceram.

    13 No décimo quarto ano do rei Ezequias, Senaqueribe, rei da Assíria, veio contra todas as cidades fortificadas de Judá e conquistou-as.

    14 Portanto, Ezequias, rei de Judá, mandou dizer ao rei da Assíria em Laquis: “Errei. Retira-te da minha terra e eu irei dar-te o que me exigires.” O rei da Assíria exigiu que Ezequias, rei de Judá, pagasse um tributo de 300 talentos*1 de prata e 30 talentos de ouro.

    1. Um talento equivalia a 34,2 kg. Veja o Ap. B14.

    15 Assim, Ezequias deu toda a prata que havia na casa de Jeová e no tesouro da casa*1 do rei.

    1. Ou: “do palácio”.

    16 Naquele tempo, Ezequias, rei de Judá, retirou*1 as portas do templo de Jeová e as ombreiras que o próprio rei Ezequias tinha revestido,*2 e deu-as ao rei da Assíria.

    1. Lit.: “decepou”.

    2. Isto é, revestido de ouro.

    17 Então, de Laquis, o rei da Assíria enviou o Tartã,*1 o Rabe-Saris*2 e o Rabsaqué*3 com um grande exército ao rei Ezequias, em Jerusalém. Eles subiram até Jerusalém e posicionaram-se junto ao aqueduto do reservatório superior, que fica na estrada do campo do lavadeiro.

    1. Ou: “o comandante”.

    2. Ou: “o oficial principal da corte”.

    3. Ou: “o chefe dos copeiros”.

    18 Quando chamaram o rei para vir até eles, Eliaquim, filho de Hilquias, que era o encarregado da casa,*1 Sebna, o secretário, e o cronista Joá, filho de Asafe, foram ao seu encontro.

    1. Ou: “do palácio”.

    19 O Rabsaqué disse-lhes: “Digam a Ezequias: ‘Assim diz o grande rei, o rei da Assíria: “Em que é que se baseia a tua confiança?

    20 Tu dizes: ‘Tenho uma estratégia e poder para a guerra’, mas isso não passa de palavras ocas. Em quem é que depositaste a tua confiança para teres a ousadia de te rebelares contra mim?

    21 Vê, confias na ajuda daquela cana rachada, o Egito, que penetra e fura a palma da mão de quem se apoia nela. Assim é o Faraó, rei do Egito, para todos os que confiam nele.

    22 E caso me digam: ‘Nós confiamos em Jeová, nosso Deus’, não são dele os altos sagrados e os altares que Ezequias removeu, dizendo a Judá e a Jerusalém: ‘É diante deste altar em Jerusalém que se devem curvar’?”’

    23 Agora, faz uma aposta com o meu senhor, o rei da Assíria: eu irei dar-te 2000 cavalos se conseguires encontrar cavaleiros suficientes para eles.

    24 Então, como é que poderias repelir até mesmo um dos governadores menos destacados do meu senhor, se confias nos carros de guerra e nos cavaleiros do Egito?

    25 Agora, será que foi sem a autorização de Jeová que vim contra este lugar para o destruir? O próprio Jeová me disse: ‘Vai e destrói essa terra.’”

    26 Em vista disso, Eliaquim, filho de Hilquias, Sebna e Joá disseram ao Rabsaqué: “Por favor, fala com os teus servos em aramaico,*1 pois entendemos essa língua. Não fales connosco no idioma dos judeus, pois o povo que está sobre a muralha está a ouvir.”

    1. Ou: “sírio”.

    27 No entanto, o Rabsaqué disse: “Será que foi apenas ao teu senhor e a ti que o meu senhor me mandou dizer estas palavras? Não foi também aos homens que estão sentados sobre a muralha, que vão comer o seu próprio excremento e beber a sua própria urina convosco?”

    28 Então, o Rabsaqué continuou de pé e disse bem alto no idioma dos judeus: “Ouçam as palavras do grande rei, o rei da Assíria.

    29 Assim diz o rei: ‘Não deixem que Ezequias vos engane, porque ele não vos pode livrar das minhas mãos.

    30 E que Ezequias não vos faça confiar em Jeová, dizendo: “Jeová certamente nos livrará, e esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria.”

    31 Não escutem Ezequias, pois assim diz o rei da Assíria: “Façam paz comigo e rendam-se,*1 e cada um poderá comer da sua própria videira e da sua própria figueira, e beber água da sua própria cisterna,

    1. Lit.: “Façam uma bênção comigo e saiam a mim”.

    32 até que eu venha e vos leve a uma terra igual à vossa, uma terra de cereais e de vinho novo, uma terra de pão e de vinhas, uma terra de oliveiras e de mel. Então continuarão vivos, não morrerão. Não escutem Ezequias, pois ele está a enganar-vos, dizendo: ‘Jeová irá livrar-nos.’

    33 Será que algum dos deuses das nações livrou a terra delas das mãos do rei da Assíria?

    34 Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim, de Hena e de Iva? Será que eles livraram Samaria das minhas mãos?

    35 De todos os deuses destas terras, qual deles foi capaz de livrar a sua terra das minhas mãos? Então, será que Jeová livrará Jerusalém das minhas mãos?”’”

    36 Contudo, o povo ficou calado e não lhe disse uma palavra em resposta, pois a ordem do rei era: “Não lhe respondam.”

    37 Por conseguinte, Eliaquim, filho de Hilquias, que era o encarregado da casa,*1 Sebna, o secretário, e o cronista Joá, filho de Asafe, dirigiram-se a Ezequias com as suas roupas rasgadas e contaram-lhe as palavras do Rabsaqué.

    1. Ou: “do palácio”.