Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Juízes, 16

    Gén

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    1 Certa vez, Sansão foi a Gaza, viu lá uma prostituta e entrou na casa dela.

    2 Disseram aos gazitas: “Sansão está aqui.” Então cercaram-no, armaram-lhe uma emboscada e ficaram toda a noite no portão da cidade. E ficaram quietos toda a noite, a pensar: “Quando amanhecer, vamos matá-lo.”

    3 No entanto, Sansão ficou ali deitado até à meia-noite. Depois, levantou-se à meia-noite e agarrou nos portões da cidade, e nas duas ombreiras, e arrancou-os juntamente com a tranca. Ele pô-los aos ombros e carregou-os para cima, até ao cume do monte que fica em frente a Hébron.

    4 Depois disso, apaixonou-se por uma mulher do vale*1 de Soreque, chamada Dalila.

    1. Ou: “uádi”.

    5 Então, os governantes dos filisteus dirigiram-se a ela e disseram: “Engana*1 Sansão e descobre o que lhe dá tanta força, e como o podemos dominar, amarrar e vencer. Se o fizeres, cada um de nós te dará 1100 peças de prata.”

    1. Ou: “Convence”.

    6 Mais tarde, Dalila disse a Sansão: “Por favor, diz-me de onde vem a tua grande força e o que se pode usar para te amarrar e vencer.”

    7 Sansão disse-lhe: “Se me amarrarem com sete cordas de arco novas,*1 que ainda não estiverem secas, ficarei tão fraco como um homem comum.”

    1. Ou: “tendões frescos”.

    8 Portanto, os governantes dos filisteus trouxeram-lhe sete cordas de arco novas, que ainda não estavam secas, e ela amarrou-o com elas.

    9 Os homens armaram uma emboscada no quarto e ela gritou: “Os filisteus estão aqui, Sansão!” Nisso ele rebentou as cordas de arco, com a mesma facilidade com que um fio de linho*1 se rompe quando toca no fogo. Assim, o segredo da sua força não foi descoberto.

    1. Ou: “estopa”.

    10 Por isso, Dalila disse a Sansão: “Enganaste-me*1 e mentiste-me! Agora, por favor, diz-me o que se pode usar para te amarrar.”

    1. Ou: “Gozaste comigo”.

    11 Portanto, ele disse-lhe: “Se me amarrarem com cordas novas, que nunca foram usadas, ficarei tão fraco como um homem comum.”

    12 Então, Dalila pegou em cordas novas e amarrou-o, e gritou: “Os filisteus estão aqui, Sansão!” (Enquanto isso, os homens estavam de emboscada no quarto.) E ele arrancou as cordas dos braços como se fossem fios.

    13 Mais tarde, Dalila disse a Sansão: “Até agora, enganaste-me e mentiste-me. Diz-me o que se pode usar para te amarrar.” E ele disse-lhe: “É só teceres as sete tranças da minha cabeça com o fio da urdidura de um tear.”

    14 Assim, ela fixou-as com um pino e gritou: “Os filisteus estão aqui, Sansão!” Ele acordou do sono e arrancou o pino do tear e o fio da urdidura.

    15 Consequentemente, ela disse-lhe: “Como é que tu podes dizer que me amas, se não me abres o teu coração? Enganaste-me estas três vezes e não me disseste de onde vem a tua grande força.”

    16 Visto que dia após dia ela o importunava e o pressionava, ele ficou tão esgotado*1 que já não aguentava mais.

    1. Ou: “a alma dele ficou esgotada”.

    17 Por fim, abriu-lhe o coração e disse: “O meu cabelo nunca foi cortado, pois sou um nazireu de Deus desde que nasci.*1 Se o meu cabelo for cortado, perderei a força, ficarei fraco e vou tornar-me igual a todos os outros homens.”

    1. Lit.: “desde o ventre da minha mãe”.

    18 Quando Dalila viu que ele lhe tinha aberto o coração, mandou chamar imediatamente os governantes filisteus, dizendo: “Venham, pois desta vez, ele abriu-me o seu coração.” Assim, os governantes filisteus foram ter com ela e levaram o dinheiro.

    19 Ela adormeceu-o sobre os seus joelhos. A seguir, chamou um homem para lhe cortar as sete tranças da cabeça. Depois, ela passou a dominá-lo, pois ele foi perdendo a força.

    20 Então, ela gritou: “Os filisteus estão aqui, Sansão!” Ele acordou do sono e disse: “Vou sair-me bem como das outras vezes e vou livrar-me.” Ele, porém, não sabia que Jeová o tinha deixado.

    21 Portanto, os filisteus agarraram-no e furaram-lhe os olhos. Depois levaram-no para baixo, a Gaza, e prenderam-no com duas correntes de cobre, e ele tornou-se moedor de grãos na prisão.

    22 Contudo, depois de lhe terem cortado o cabelo, este começou a crescer novamente.

    23 Os governantes filisteus reuniram-se para oferecer um grande sacrifício a Dagom, seu deus, e para celebrar, pois diziam: “O nosso deus entregou Sansão, o nosso inimigo, nas nossas mãos!”

    24 Quando o povo o viu, louvou o seu deus, dizendo: “O nosso deus entregou nas nossas mãos o nosso inimigo, aquele que devastava a nossa terra e matava muitos dos nossos.”

    25 Visto que o coração deles estava alegre, disseram: “Chamem Sansão, para nos entreter.” Por isso, chamaram Sansão da prisão para os divertir; fizeram-no ficar de pé entre as colunas.

    26 Depois, Sansão disse ao jovem que o segurava pela mão: “Deixa-me tocar nas colunas que sustentam a casa, para que eu me apoie nelas.”

    27 (A propósito, a casa estava cheia de homens e mulheres. Todos os governantes filisteus estavam ali, e no terraço havia cerca de 3000 homens e mulheres que olhavam enquanto se divertiam às custas de Sansão.)

    28 Sansão clamou então a Jeová: “Soberano Senhor Jeová, por favor, lembra-te de mim e fortalece-me só desta vez, por favor, ó Deus, e deixa-me vingar-me dos filisteus por um dos meus olhos.”

    29 De seguida, Sansão apoiou-se nas duas colunas centrais que sustentavam a casa, numa com a mão direita e na outra com a mão esquerda.

    30 Sansão clamou: “Que eu*1 morra com os filisteus!” A seguir, ele empurrou as colunas com toda a sua força, e a casa caiu sobre os governantes e todos os que lá estavam. Assim, ao morrer, ele matou mais pessoas do que tinha matado durante a sua vida.

    1. Ou: “a minha alma”.

    31 Mais tarde, os seus irmãos e toda a família do seu pai desceram para ir buscar o seu corpo. Levaram-no e enterraram-no entre Zorá e Estaol, na sepultura de Manoá, seu pai. Sansão tinha julgado Israel durante 20 anos.