Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Apocalipse, 16

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    1 Ouvi então uma voz alta sair do santuário e dizer aos sete anjos: “Vão e derramem sobre a terra as sete tigelas da ira de Deus.”

    2 O primeiro foi e derramou a sua tigela sobre a terra. E uma úlcera nociva e maligna afligiu as pessoas que tinham a marca da fera e adoravam a sua imagem.

    3 O segundo derramou a sua tigela no mar. E o mar se transformou em sangue como de um morto, e morreu toda criatura*1 vivente que havia no mar.

    1. Ou: “alma”.

    4 O terceiro derramou a sua tigela nos rios e nas fontes de água. E eles se transformaram em sangue.

    5 Eu ouvi o anjo responsável pelas águas dizer: “Tu, Aquele que é e que era, o Leal, és justo, pois decretaste esses julgamentos,

    6 pois eles derramaram o sangue dos santos e dos profetas, e tu lhes deste sangue para beber; isso é o que merecem.”

    7 E eu ouvi o altar dizer: “Sim, Jeová*1 Deus, o Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus julgamentos.”*2

    1. Veja Ap. A5.

    2. Ou: “as tuas decisões judiciais”.

    8 O quarto derramou a sua tigela sobre o sol. E foi concedido ao sol abrasar as pessoas com fogo.

    9 As pessoas foram então abrasadas pelo grande calor, mas elas blasfemaram contra o nome de Deus, que tem a autoridade sobre essas pragas, e não se arrependeram nem lhe deram glória.

    10 O quinto derramou a sua tigela sobre o trono da fera. E o reino dela ficou em escuridão, e as pessoas começaram a morder a língua de dor,

    11 mas blasfemaram contra o Deus do céu por causa das suas dores e das suas úlceras, e não se arrependeram das suas obras.

    12 O sexto derramou a sua tigela sobre o grande rio Eufrates. E a água dele secou, a fim de que se preparasse o caminho para os reis do nascente do sol.*1

    1. Ou: “os reis do leste”.

    13 E vi três expressões inspiradas impuras,*1 parecidas com rãs, sair da boca do dragão, da boca da fera e da boca do falso profeta.

    1. Lit.: “espíritos impuros”.

    14 De fato, são expressões inspiradas por demônios e realizam sinais; vão aos reis de toda a terra habitada, a fim de reuni-los para a guerra do grande dia de Deus, o Todo-Poderoso.

    15 “Escute: Venho como um ladrão. Feliz aquele que fica desperto e conserva consigo as suas roupas, para que não ande nu e as pessoas não olhem para a sua vergonha.”

    16 E elas os reuniram no lugar que em hebraico se chama Armagedom.*1

    1. Em grego, Har Magedón, derivado de um termo hebraico que significa “monte de Megido”.

    17 O sétimo derramou a sua tigela no ar. Então, uma voz alta saiu do santuário, desde o trono, dizendo: “Está feito!”

    18 E houve relâmpagos, vozes e trovões, e houve um grande terremoto, diferente de todos que já tinham ocorrido desde que os homens vieram a existir na terra, de tão extenso e tão grande que foi o terremoto.

    19 A grande cidade se fendeu em três partes, e as cidades das nações caíram. E Deus se lembrou de Babilônia, a Grande, para lhe dar o cálice com o vinho do furor da sua ira.

    20 Também, todas as ilhas fugiram, e os montes desapareceram.

    21 Então grandes pedras de granizo, cada uma do peso de cerca de um talento,*1 caíram do céu sobre as pessoas, e as pessoas blasfemaram contra Deus por causa da praga de granizo, pois a praga era extraordinariamente grande.

    1. Um talento grego equivalia a 20,4 kg. Veja Ap. B14.