Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Segundo Marcos, 12

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    1 Então ele começou a lhes falar com ilustrações: “Um homem plantou um vinhedo, pôs uma cerca em volta dele, cavou um tanque como lagar de vinho e ergueu uma torre; então arrendou o vinhedo a lavradores e viajou para fora.

    2 Na época devida, enviou um escravo aos lavradores para receber deles alguns dos frutos do vinhedo.

    3 Mas eles o pegaram e espancaram, e o mandaram embora de mãos vazias.

    4 Enviou-lhes outro escravo, e eles lhe bateram na cabeça e o humilharam.

    5 Então enviou outro, e eles o mataram; e enviou muitos outros: a uns eles espancaram, a outros mataram.

    6 Ele tinha mais um, um filho amado. Por fim o enviou a eles, dizendo: ‘Respeitarão o meu filho.’

    7 Mas aqueles lavradores disseram entre si: ‘Este é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa.’

    8 Assim, eles o pegaram, o mataram e o lançaram para fora do vinhedo.

    9 O que fará o dono do vinhedo? Voltará e matará os lavradores, e dará o vinhedo a outros.

    10 Vocês nunca leram esta passagem das Escrituras: ‘A pedra que os construtores rejeitaram, essa se tornou a principal pedra angular.*1

    1. Lit.: “a cabeça do cunhal”.

    11 Isso procede de Jeová*1 e é maravilhoso aos nossos olhos’?”

    1. Veja Ap. A5.

    12 Em vista disso, quiseram prendê-lo,*1 porque sabiam que ele havia contado a ilustração pensando neles. Mas tinham medo da multidão, de modo que o deixaram e foram embora.

    1. Ou: “pegá-lo”.

    13 A seguir, enviaram-lhe alguns dos fariseus e dos partidários de Herodes, para apanhá-lo nas suas palavras.

    14 Ao chegarem, eles lhe disseram: “Instrutor, sabemos que o senhor é verdadeiro e que não busca agradar a homens, pois não olha para a aparência das pessoas, mas ensina o caminho de Deus em harmonia com a verdade. É permitido*1 ou não pagar a César o imposto por cabeça?

    1. Ou: “lícito; certo”.

    15 Devemos pagar ou não devemos pagar?” Percebendo a hipocrisia deles, ele lhes disse: “Por que vocês me põem à prova? Tragam-me um denário*1 para eu ver.”

    1. Veja Ap. B14.

    16 Trouxeram-lhe um, e ele lhes perguntou: “De quem é esta imagem e inscrição?” Responderam-lhe: “De César.”

    17 Jesus disse então: “Paguem a César o que é de César, mas a Deus o que é de Deus.” E ficaram maravilhados com ele.

    18 Então os saduceus, que dizem não haver ressurreição, se aproximaram e lhe perguntaram:

    19 “Instrutor, Moisés nos escreveu que, se alguém morre e deixa esposa, mas não deixa filhos, o irmão dele deve tomar a viúva em casamento para dar descendência ao seu irmão.

    20 Havia sete irmãos. O primeiro tomou uma esposa, mas morreu sem deixar descendente.

    21 E o segundo se casou com ela, mas morreu sem deixar descendente, e o mesmo aconteceu com o terceiro.

    22 E nenhum dos sete deixou descendente. Por último, morreu também a mulher.

    23 Na ressurreição, de qual deles ela será esposa? Pois os sete a tiveram como esposa.”

    24 Jesus lhes disse: “Não é por isso que vocês estão enganados, porque não conhecem nem as Escrituras, nem o poder de Deus?

    25 Pois, quando se levantam dentre os mortos, os homens não se casam, nem as mulheres são dadas em casamento, mas são como os anjos nos céus.

    26 Quanto aos mortos serem levantados, vocês não leram no livro de Moisés, no relato sobre o espinheiro, que Deus lhe disse: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó’?

    27 Ele é Deus, não de mortos, mas de vivos. Vocês estão muito enganados.”

    28 Um dos escribas, que havia se aproximado e ouvido a discussão, vendo que ele tinha lhes respondido bem, perguntou-lhe: “Qual mandamento é o primeiro*1 de todos?”

    1. Ou: “mais importante”.

    29 Jesus respondeu: “O primeiro é: ‘Ouve, ó Israel: Jeová,*1 nosso Deus, é um só Jeová.*2

    1. Veja Ap. A5.

    2. Veja Ap. A5.

    30 Ame a Jeová,*1 seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma,*2 de toda a sua mente e de toda a sua força.’

    1. Veja Ap. A5.

    2. Veja o Glossário.

    31 O segundo é: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo.’ Não há outro mandamento maior do que esses.”

    32 O escriba lhe disse: “Instrutor, o senhor disse bem, em harmonia com a verdade: ‘Ele é um só, e não há outro além dele’;

    33 e amá-lo de todo o coração, de todo o entendimento e de toda a força, e amar o próximo como a si mesmo vale muito mais do que todas as ofertas queimadas e sacrifícios.”

    34 Com isso, Jesus, percebendo que ele tinha respondido de modo inteligente, disse-lhe: “Você não está longe do Reino de Deus.” Mas ninguém teve coragem de lhe fazer mais perguntas.

    35 No entanto, ao continuar ensinando no templo, Jesus disse: “Como é que os escribas dizem que o Cristo é filho de Davi?

    36 O próprio Davi disse, pelo espírito santo: ‘Jeová*1 disse ao meu Senhor: “Sente-se à minha direita, até que eu ponha os seus inimigos debaixo dos seus pés.”’

    1. Veja Ap. A5.

    37 O próprio Davi o chama de Senhor, então como ele pode ser seu filho?” E a grande multidão o escutava com prazer.

    38 E ele ensinava, dizendo: “Cuidado com os escribas, que querem andar de vestes compridas e querem cumprimentos nas praças públicas,

    39 os primeiros*1 assentos nas sinagogas e os lugares mais destacados nos banquetes.

    1. Ou: “melhores”.

    40 Eles devoram as casas*1 das viúvas e, para impressionar,*2 fazem longas orações. Eles receberão um julgamento mais severo.”*3

    1. Ou: “os bens”.

    2. Ou: “e, como pretexto”.

    3. Ou: “pesado”.

    41 E ele se sentou, com os cofres*1 do tesouro à vista, e começou a observar como a multidão punha dinheiro nos cofres do tesouro, e muitos ricos punham neles muitas moedas.

    1. Ou: “as caixas”.

    42 Chegou então uma viúva pobre e pôs neles duas pequenas moedas de pouquíssimo valor.*1

    1. Lit.: “dois léptons, que é um quadrante”. Veja Ap. B14.

    43 Ele chamou então os discípulos e lhes disse: “Digo-lhes a verdade: Esta viúva pobre pôs nos cofres do tesouro mais do que todos os outros.

    44 Pois todos eles puseram do que lhes sobrava, mas ela, da sua carência,*1 pôs tudo que possuía, tudo que tinha para viver.”

    1. Ou: “pobreza”.