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    1 O rei Nabucodonosor fez uma imagem*1 de ouro, de 60 côvados*2 de altura e seis côvados*3 de largura. Erigiu-a na planície de Dura, na província*4 de Babilônia.

    1. Ou: “estátua”.

    2. Cerca de 27 m. Veja Ap. B14.

    3. Cerca de 2,7 m. Veja Ap. B14.

    4. Ou: “no distrito jurisdicional”.

    2 Depois o rei Nabucodonosor mandou reunir os sátrapas, os superintendentes, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados e todos os administradores das províncias, para a inauguração da imagem erigida pelo rei Nabucodonosor.

    3 Então os sátrapas, os superintendentes, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados e todos os administradores das províncias se reuniram para a inauguração da imagem erigida pelo rei Nabucodonosor, e ficaram de pé diante da imagem erigida por Nabucodonosor.

    4 O arauto proclamou em alta voz: “Ordena-se a vocês, povos, nações e línguas,

    5 que, quando ouvirem o som da buzina, da flauta, da cítara, da harpa triangular, do instrumento de cordas, da gaita de foles e de todos os outros instrumentos musicais, se prostrem e adorem a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor erigiu.

    6 Quem não se prostrar e não adorar será imediatamente lançado na fornalha ardente.”

    7 Assim, quando ouviram o som da buzina, da flauta, da cítara, da harpa triangular, do instrumento de cordas e de todos os outros instrumentos musicais, todos os povos, nações e línguas se prostraram e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor havia erigido.

    8 Nessa hora alguns caldeus se apresentaram e acusaram*1 os judeus.

    1. Ou: “caluniaram”.

    9 Eles disseram ao rei Nabucodonosor: “Ó rei, viva para sempre!

    10 O senhor deu a ordem, ó rei, de que todo homem que ouvisse o som da buzina, da flauta, da cítara, da harpa triangular, do instrumento de cordas, da gaita de foles e de todos os outros instrumentos musicais se prostrasse e adorasse a imagem de ouro;

    11 e de que aquele que não se prostrasse e não adorasse fosse lançado na fornalha ardente.

    12 Mas há alguns judeus que o senhor encarregou da administração da província de Babilônia que não fizeram caso do senhor, ó rei: Sadraque, Mesaque e Abednego. Esses homens não servem os deuses do senhor e se recusam a adorar a imagem de ouro que o senhor erigiu.”

    13 Então Nabucodonosor, muito furioso, mandou trazer Sadraque, Mesaque e Abednego. E esses homens foram levados perante o rei.

    14 Nabucodonosor lhes disse: “Sadraque, Mesaque e Abednego, é verdade que vocês não servem os meus deuses e se recusam a adorar a imagem de ouro que erigi?

    15 Se agora, ao ouvirem o som da buzina, da flauta, da cítara, da harpa triangular, do instrumento de cordas, da gaita de foles e de todos os outros instrumentos musicais, vocês se dispuserem a se prostrar e adorar a imagem que fiz, muito bem. Mas, se vocês se recusarem a adorá-la, serão imediatamente lançados na fornalha ardente. E quem é o deus que pode salvá-los das minhas mãos?”

    16 Sadraque, Mesaque e Abednego responderam ao rei: “Ó Nabucodonosor, não temos necessidade nenhuma de lhe dar uma resposta a respeito disso.

    17 Se tiver de ser assim, nosso Deus, a quem servimos, pode nos salvar da fornalha ardente, e ele pode nos salvar da sua mão, ó rei.

    18 Mas, mesmo que ele não faça isso, saiba, ó rei, que nós não serviremos os seus deuses nem adoraremos a imagem de ouro que o senhor erigiu.”

    19 Então Nabucodonosor ficou tão furioso com Sadraque, Mesaque e Abednego que a expressão do rosto dele mudou*1 com relação a eles, e ele mandou aquecer a fornalha sete vezes mais do que o normal.

    1. Ou: “que a atitude dele mudou completamente”.

    20 Depois mandou que alguns homens valentes do seu exército amarrassem Sadraque, Mesaque e Abednego e os lançassem na fornalha ardente.

    21 Portanto esses homens foram amarrados, ainda vestidos com seus mantos, túnicas, gorros e todas as outras roupas, e foram lançados na fornalha ardente.

    22 Como a ordem do rei havia sido muito severa e a fornalha estava quente além do normal, foram os homens que levaram Sadraque, Mesaque e Abednego que morreram pelas chamas da fornalha.

    23 Mas os três homens, Sadraque, Mesaque e Abednego, caíram amarrados dentro da fornalha ardente.

    24 Então o rei Nabucodonosor, com medo, rapidamente se levantou e perguntou aos seus altos funcionários: “Não foram três homens que amarramos e lançamos no fogo?” Eles responderam ao rei: “Sim, ó rei.”

    25 Ele disse: “Olhem! Estou vendo quatro homens andando livremente no meio do fogo, e eles não sofrem nenhum dano, e o quarto homem parece um filho dos deuses.”

    26 Nabucodonosor se aproximou da porta da fornalha ardente e disse: “Sadraque, Mesaque e Abednego, servos do Deus Altíssimo, saiam e venham para cá!” E Sadraque, Mesaque e Abednego saíram do meio do fogo.

    27 Os sátrapas, os superintendentes, os governadores e os altos funcionários do rei que estavam reunidos ali viram que o fogo não havia tido nenhum efeito no*1 corpo daqueles homens. Nenhum fio do seu cabelo tinha sido chamuscado, seus mantos estavam intactos, e nem mesmo havia cheiro de fogo neles.

    1. Ou: “nenhum poder sobre o”.

    28 Então, Nabucodonosor declarou: “Louvado seja o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego, que enviou o seu anjo e salvou os seus servos. Eles confiaram nele e não obedeceram à ordem do rei, e estavam dispostos a morrer*1 em vez de servir e adorar qualquer outro deus que não fosse o seu próprio Deus.

    1. Ou: “e entregaram seus corpos”.

    29 Por isso, dou a ordem de que qualquer pessoa, de todo povo, nação ou língua, que disser alguma coisa contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abednego seja cortada em pedaços, e que sua casa seja transformada em latrina pública;*1 pois não há outro deus que possa salvar como esse.”

    1. Ou, possivelmente: “depósito de lixo; monte de esterco”.

    30 Depois disso, o rei promoveu*1 Sadraque, Mesaque e Abednego na província de Babilônia.

    1. Lit.: “fez prosperar”.