Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    Ezequiel, 33

    Gên

    Êx

    Le

    Núm

    De

    Jos

    Jz

    Ru

    1Sa

    2Sa

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Esd

    Ne

    Est

    Sal

    Pr

    Ec

    Cân

    Is

    Je

    La

    Ez

    Da

    Os

    Jl

    Am

    Ob

    Jon

    Miq

    Na

    Hab

    Sof

    Ag

    Za

    Mal

    Mt

    Mr

    Lu

    Jo

    At

    Ro

    1Co

    2Co

    Gál

    Ef

    Fil

    Col

    1Te

    2Te

    1Ti

    2Ti

    Tit

    Flm

    He

    Tg

    1Pe

    2Pe

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Ju

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    37

    38

    39

    40

    41

    42

    43

    44

    45

    46

    47

    48

    1 Então recebi a seguinte palavra de Jeová:

    2 “Filho do homem, diga o seguinte aos filhos do seu povo: “‘Suponhamos que eu traga uma espada contra uma terra, e todos os habitantes dessa terra escolham um homem e o designem como vigia.

    3 Ele, ao ver a espada chegando contra a terra, toca a buzina e avisa o povo.

    4 Se alguém ouve o som da buzina, mas não acata o aviso, e a espada vem e lhe tira a vida,*1 seu sangue recairá sobre a sua própria cabeça.

    1. Lit.: “o leva embora”.

    5 Ele ouviu o som da buzina, mas não acatou o aviso. Seu sangue recairá sobre ele mesmo. Se tivesse acatado o aviso, sua vida*1 teria sido salva.

    1. Ou: “alma”.

    6 “‘No entanto, se o vigia, ao ver a espada chegando, não toca a buzina, de modo que o povo não recebe nenhum aviso, e a espada vem e tira a vida*1 de um deles, essa pessoa morrerá por causa do seu próprio erro, mas o sangue dela exigirei do vigia.’*2

    1. Ou: “alma”.

    2. Ou: “mas farei o vigia prestar contas pelo sangue dela”.

    7 “Quanto a você, filho do homem, eu o designei como vigia para a casa de Israel. Quando você ouvir uma palavra da minha boca, deve transmitir-lhes o meu aviso.

    8 Se eu disser àquele que é mau: ‘Você certamente morrerá!’ mas você não disser nada a fim de avisá-lo para que mude de proceder, ele morrerá como alguém mau por causa do seu próprio erro, mas o sangue dele exigirei de você.

    9 No entanto, se você avisar aquele que é mau para que recue do seu caminho, e ele se recusar a mudar de proceder, ele morrerá por causa do erro dele, mas você certamente salvará a sua própria vida.*1

    1. Ou: “alma”.

    10 “Filho do homem, diga à casa de Israel: ‘Vocês disseram: “Nossa rebeldia e nossos pecados são um grande peso para nós e nos fazem definhar. Como, então, continuaremos vivos?”’

    11 Diga a eles: ‘“Tão certo como eu vivo”, diz o Soberano Senhor Jeová, “não tenho prazer na morte de quem é mau, mas sim em que a pessoa má mude seu caminho e continue viva. Recuem, recuem dos seus maus caminhos. Afinal, por que vocês deveriam morrer, ó casa de Israel?”’

    12 “Filho do homem, diga aos filhos do seu povo: ‘A justiça do homem justo não o salvará quando ele se rebelar; e a maldade daquele que é mau não o fará tropeçar quando ele abandonar a sua maldade. O justo não será preservado vivo por sua justiça no dia em que pecar.

    13 Se eu disser a um justo: “Você certamente continuará vivo”, e ele confiar na sua justiça e fizer o que é errado,*1 nenhum dos seus atos justos será lembrado; ele morrerá por causa do que fez de errado.

    1. Ou: “fizer injustiça”.

    14 “‘E, se eu disser àquele que é mau: “Você certamente morrerá”, e ele abandonar o seu pecado, fizer o que é justo e certo,

    15 restituir o que tomou como garantia de um empréstimo, devolver o que roubou e andar nos decretos que dão vida, não fazendo o que é errado, ele certamente continuará vivo. Não morrerá.

    16 Ele não terá de responder por nenhum dos pecados que cometeu.*1 Por ter feito o que é justo e certo, ele certamente continuará vivo.’

    1. Ou: “Nenhum dos pecados que cometeu será lembrado contra ele.”

    17 “Mas o seu povo disse: ‘O caminho de Jeová é injusto’; quando, na verdade, é o caminho deles que é injusto.

    18 “Se um justo abandonar a sua justiça e fizer o que é errado, ele terá de morrer por causa disso.

    19 Mas, se aquele que é mau abandonar a sua maldade e fizer o que é justo e certo, ele continuará vivo por fazer isso.

    20 “Mas vocês disseram: ‘O caminho de Jeová é injusto.’ Eu julgarei a cada um de vocês conforme os seus caminhos, ó casa de Israel.”

    21 Por fim, no décimo segundo ano do nosso exílio, no décimo mês, no dia cinco do mês, um homem que havia escapado de Jerusalém veio a mim e disse: “A cidade foi tomada!”

    22 Na noite anterior à chegada do homem que havia escapado, a mão de Jeová veio sobre mim, e Ele me abriu a boca antes de o homem chegar de manhã. De modo que a minha boca já havia sido aberta, e eu não estava mais mudo.

    23 Então recebi a seguinte palavra de Jeová:

    24 “Filho do homem, os habitantes daquelas ruínas estão dizendo a respeito da terra de Israel: ‘Abraão era um só, e mesmo assim tomou posse desta terra. Nós somos muitos; esta terra certamente nos foi dada como propriedade.’

    25 “Portanto, diga a eles: ‘Assim diz o Soberano Senhor Jeová: “Vocês comem carne com sangue, erguem os olhos para os seus ídolos repugnantes*1 e continuam a derramar sangue. Por que, então, deveriam possuir essa terra?

    1. O termo hebraico talvez esteja relacionado a uma palavra para “esterco” e é usado como expressão de desprezo.

    26 Vocês confiam na sua espada, praticam coisas detestáveis e desonram cada um a esposa do próximo. Por que, então, deveriam possuir essa terra?”’

    27 “Você deve dizer-lhes o seguinte: ‘Assim diz o Soberano Senhor Jeová: “Tão certo como eu vivo, os que moram nas ruínas cairão à espada, os que estão no campo aberto darei aos animais selvagens como alimento, e os que estão nas fortalezas e nas cavernas morrerão de doença.

    28 Farei dessa terra um deserto completamente desolado, e seu orgulho arrogante terá fim. Os montes de Israel ficarão desolados, sem que ninguém passe por eles.

    29 E eles terão de saber que eu sou Jeová, quando eu fizer dessa terra um deserto completamente desolado por causa de todas as coisas detestáveis que eles fizeram.”’

    30 “Quanto a você, filho do homem, o seu povo está conversando entre si a seu respeito junto aos muros e nas portas das casas. Eles dizem uns aos outros, cada um ao seu irmão: ‘Venham, vamos ouvir a palavra que vem de Jeová.’

    31 Eles se ajuntarão em grande número para se sentar diante de você como meu povo; e eles ouvirão as suas palavras, mas não as porão em prática. Pois com a boca eles bajulam você,*1 mas seu coração deseja ganho desonesto.

    1. Ou: “eles falam de modo apaixonado”.

    32 Você é para eles como uma canção de amor, cantada com uma voz bonita e bem tocada num instrumento de cordas. Eles ouvirão as suas palavras, mas ninguém agirá em harmonia com elas.

    33 E, quando tudo se cumprir — e vai se cumprir —, eles terão de saber que havia um profeta entre eles.”