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    Naum, 3

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    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    Notas do capítulo
    • Naum 3 descreve a destruição de Nínive, a capital do Império Assírio, por sua corrupção, violência e idolatria. O capítulo anuncia a queda da cidade e a derrota de seus habitantes, e descreve o horror e o caos que se seguem à sua queda. Os versículos selecionados abaixo estão relacionados com os temas de juízo, destruição e pecado.

    • Isaías 13:9: "Eis que o dia do Senhor vem, horrendo, com furor e ira ardente, para tornar a terra em assolação, e para destruir dela os pecadores." Este versículo descreve o dia do juízo de Deus, quando ele virá para punir os pecadores e trazer a destruição.

    • Sofonias 1:15: "Aquele dia é um dia de indignação, dia de angústia e de aperto, dia de alvoroço e de assolação, dia de trevas e de escuridão, dia de nuvens e de densas trevas." Este versículo descreve a natureza terrível do dia do juízo de Deus, que trará destruição e sofrimento aos pecadores.

    • Jeremias 50:31-32: "Eis que eu sou contra ti, ó soberbo, diz o Senhor Deus dos Exércitos, porque veio o teu dia, o tempo em que te hei de visitar. E o soberbo tropeçará, e cairá, e não haverá quem o levante; e porei fogo nas suas cidades, e consumirá todos os seus arredores." Este versículo fala da queda de uma cidade soberba e da destruição que se seguirá.

    • Jeremias 51:37: "E Babilônia se tornará em montões, morada de chacais, espanto e assobio, sem habitante." Este versículo descreve a destruição de uma cidade e sua transformação em ruínas.

    • Isaías 47:11: "Pelo que virá sobre ti mal que não saberás conjurar, e tal destruição cairá sobre ti que não poderás de forma alguma adivinhar; e sobre ti virá de repente assolação que não suspeitas." Este versículo fala da destruição que virá sobre os ímpios de forma repentina e inesperada, como um juízo divino sobre o pecado.

    1 Ai da cidade sanguinária, cheia de fraude e de violência, e que não põe termo à sua rapinagem!

    2 Ruído de chicote! Estrondo de rodas! Cavalos a relinchar, carros a dançar,

    3 cavaleiros à brida, espadas que reluzem, lanças que cintilam, multidão de feridos, mortos em massa, cadáveres sem-número, nos quais se tropeça…​

    4 Eis aí o fruto das numerosas fornicações da meretriz tão cheia de encanto, hábil feiticeira, que enganava as nações com seus atrativos, e os povos com seus sortilégios.*1

    5 Eis que venho contra ti – oráculo do Senhor dos exércitos. Vou arregaçar teu vestido até teu rosto, e mostrar tua nudez às nações, aos reinos a tua vergonha.

    6 Vou cobrir-te de imundícies para te aviltar, e irei te expor como espetáculo.

    7 Todos os que te virem fugirão para longe de ti, dizendo: “Nínive está arruinada!”. Quem se apiedará de ti? Aonde te irei buscar consoladores?

    8 Vales porventura mais do que Tebas, que está situada entre os braços do Nilo, cercada de água, tendo o mar por defesa, as águas por muralha?*1

    9 A Etiópia era a sua força, como também o Egito, de enorme população; Fut e os líbios eram seus aliados.

    10 Não obstante isso, ela foi levada cativa para o exílio; seus filhos foram esmagados nos cantos das ruas, lançaram-se sortes sobre seus nobres, e todos os seus chefes foram carregados de cadeias.

    11 Também tu, em tua embriaguez, desfalecerás. Também tu procurarás um refúgio contra o inimigo.

    12 Todas as tuas fortalezas são como figueiras, carregadas de figos maduros: se são sacudidas, os figos caem na boca de quem os quiser comer.

    13 Teus guerreiros estão no meio de ti como mulheres. As portas de tua terra abrem-se por si sós ao inimigo. O fogo devorou teus ferrolhos.

    14 Abastece-te de água para o cerco; repara tuas fortificações, amassa a argila, pisa o barro, pega na fôrma de tijolos.

    15 Aí o fogo te devorará, a espada te exterminará; ela te devorará como o gafanhoto, ainda que fosses numeroso como o gafanhoto, e que te multiplicasses como o grilo.

    16 Teus corretores são mais numerosos que as estrelas do céu; o gafanhoto abre suas asas e voa.*1

    17 Teus guardas são numerosos como os gafanhotos, e teus chefes como uma nuvem de insetos que pousam sobre as sebes em um dia de frio; logo que o sol nasce, fogem, sem que se saiba para onde foram.

    18 Teus pastores dormem, ó rei da Assíria, teus heróis estão inertes. Teu povo está disperso pelas montanhas sem que ninguém o ajunte.*1

    19 Não há remédio para a tua ferida, tua chaga é incurável. Todos os que forem informados de tua sorte aplaudirão pelo que te acontece. Sobre quem, com efeito, não tem passado continuamente a tua malícia?