Biblioteca

Buscar publicações

Contexto desta página Identificando idioma… Os resultados seguem o idioma declarado no conteúdo ou no módulo desta página.
Conteúdo público

    Marcação pessoal

    Nova anotação

    Cor do destaque

    II Crônicas, 36

    Gn

    Ex

    Lv

    Nm

    Dt

    Js

    Jz

    Rt

    1Sm

    2Sm

    1Rs

    2Rs

    1Cr

    2Cr

    Ed

    Ne

    Tb

    Jt

    Et

    Sl

    1Mc

    2Mc

    Pr

    Ec

    Ct

    Sb

    Eclo

    Is

    Jr

    Lm

    Br

    Ez

    Dn

    Os

    Jl

    Am

    Ab

    Jn

    Mq

    Na

    Hc

    Sf

    Ag

    Zc

    Ml

    Mt

    Mc

    Lc

    Jo

    At

    Rm

    1Co

    2Co

    Gl

    Ef

    Fp

    Cl

    1Ts

    2Ts

    1Tm

    2Tm

    Tt

    Fm

    Hb

    Tg

    1Pd

    2Pd

    1Jo

    2Jo

    3Jo

    Jd

    Ap

    1

    2

    3

    4

    5

    6

    7

    8

    9

    10

    11

    12

    13

    14

    15

    16

    17

    18

    19

    20

    21

    22

    23

    24

    25

    26

    27

    28

    29

    30

    31

    32

    33

    34

    35

    36

    Notas do capítulo
    • O capítulo 36 de 2 Crônicas narra o fim do reino de Judá e a queda de Jerusalém para a Babilônia, cumprindo as profecias de Deus sobre a punição do povo por sua desobediência. Entre os temas abordados, destacam-se a desobediência do povo, a liderança negligente dos reis, a destruição de Jerusalém e a esperança de restauração futura. A seguir, cinco versículos relacionados com esses temas:

    • Jeremias 25:11-12: "Toda esta terra será reduzida a deserto e objeto de zombaria, e estas nações servirão ao rei da Babilônia durante setenta anos. Mas, quando se completarem os setenta anos, castigarei o rei da Babilônia e sua nação, por causa de seus pecados, e farei da terra dos caldeus um deserto perpétuo." Este versículo antecipa a queda da Babilônia após setenta anos e mostra que Deus usou a nação para punir Judá por seus pecados.

    • 2 Reis 24:10-11: "Naquele tempo subiram contra Jerusalém os servos de Nabucodonosor, rei da Babilônia, e a cidade foi cercada. Nabucodonosor veio também pessoalmente à cidade enquanto seus servos a sitiavam." Este versículo descreve o cerco de Jerusalém pela Babilônia e a presença do rei Nabucodonosor durante o ataque.

    • Jeremias 39:2: "No décimo dia do quarto mês do ano décimo primeiro do reinado de Zedequias, entraram na cidade os oficiais do rei da Babilônia e a ocuparam." Este versículo mostra o momento em que Jerusalém foi tomada pela Babilônia e a cidade foi destruída.

    • Lamentações 2:9: "Seus portões caíram por terra; seus ferrolhos foram quebrados e destruídos. Seus reis e seus príncipes estão exilados entre as nações, sem encontrar lei nem profeta. As visões dos profetas não passam de farsas vazias." Este versículo descreve a destruição de Jerusalém e a falta de liderança e orientação espiritual do povo.

    • Esdras 1:1-2: "No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a palavra do Senhor dita pela boca de Jeremias, o Senhor inspirou Ciro, rei da Pérsia, a fazer esta proclamação por escrito em todo o seu reino: ‘Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, o Deus do céu, entregou-me todos os reinos da terra e encarregou-me de construir um templo para ele em Jerusalém, que fica em Judá." Este versículo traz a esperança de restauração e reconstrução do templo de Jerusalém após o exílio na Babilônia, cumprindo as profecias de Jeremias e mostrando a fidelidade de Deus em cumprir suas promessas.

    1 A população da terra elegeu então Joacaz, filho de Josias, e o estabeleceu rei no lugar de seu pai, em Jerusalém.

    2 Joacaz tinha vinte e três anos quando começou a reinar e reinou três meses em Jerusalém.

    3 O rei do Egito destronou-o em Jerusalém e impôs à terra uma contribuição de cem talentos de prata e um talento de ouro.

    4 Em seguida, pôs no trono de Jerusalém o irmão de Joacaz, Eliacim, de quem mudou o nome para Joaquim. Quanto ao seu irmão Joacaz, Necao o mandou para o Egito.

    5 Joaquim tinha a idade de vinte e cinco anos quando foi elevado ao trono e reinou durante onze anos em Jerusalém. Fez o mal aos olhos do Senhor, seu Deus.

    6 Nabucodonosor, rei da Babilônia, atacou-o e o ligou com uma dupla cadeia de bronze para conduzi-lo a Babilônia,

    7 levando ao mesmo tempo os objetos do templo para o seu palácio em Babilônia.

    8 Os outros atos de Joaquim, suas abominações, tudo o de que ele se tornou culpado, está relatado no Livro dos Reis de Judá e de Israel. Seu filho Joaquin sucedeu-lhe no trono.

    9 Joaquin tinha a idade de dezoito anos quando foi elevado ao trono e reinou três meses em Jerusalém. Fez o mal aos olhos do Senhor.*1

    10 No ano-novo, o rei Nabucodonosor mandou que fosse levado para Babilônia com os objetos preciosos do Templo do Senhor. Substituiu-o, no trono de Judá e de Jerusalém, Sedecias, irmão de seu pai.

    11 Sedecias tinha a idade de vinte e um anos quando foi elevado ao trono e reinou onze anos em Jerusalém.

    12 Fez o mal aos olhos do Senhor, seu Deus, e não se humilhou diante do profeta Jeremias que lhe tinha vindo falar da parte do Senhor.

    13 Revoltou-se contra o rei Nabucodonosor que contudo, lhe tinha feito prestar um juramento em nome de Deus. Endureceu a cerviz e tornou inflexível seu coração para não se converter ao Senhor, Deus de Israel.

    14 Todos os chefes dos sacerdotes e o povo continuaram a multiplicar seus delitos, imitando as práticas abomináveis das nações pagãs e profanando o templo que o Senhor tinha consagrado para si em Jerusalém.

    15 Em vão o Senhor, o Deus de seus pais, lhes tinha enviado, por meio de seus mensageiros, avisos sobre avisos, pois tinha compaixão de seu povo e de sua própria habitação.

    16 Eles zombavam de seus enviados, desprezavam seus conselhos e riam de seus profetas, até que a ira de Deus se desencadeou sobre o seu povo e não houve mais remédio.

    17 Então, Deus suscitou contra eles o rei dos caldeus que, no próprio edifício do santuário, mandou matar seus jovens e não poupou o adolescente, nem a donzela, nem o ancião, nem a mulher de cabelos brancos. O Senhor lhe entregou tudo.

    18 Nabucodonosor mandou tirar todo o mobiliário do templo, tanto os objetos grandes como os pequenos, os tesouros do templo, os do palácio real e os dos chefes, para transportá-los a Babilônia.

    19 Incendiaram o templo, destruíram os muros de Jerusalém, entregaram às chamas seus palácios e todos os tesouros foram lançados à destruição.

    20 Nabucodonosor deportou para a Babilônia todos os que tinham escapado à espada e eles se tornaram seus escravos, dele e de seus filhos, até o advento do domínio persa.

    21 Assim se cumpria a profecia que o Senhor tinha dado pela boca de Jeremias – Até que a terra desfrutasse os seus sábados –, pois a terra ficou inculta durante todo esse período de desolação, até que se completaram setenta anos.*1

    22 No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia, a fim de que se cumprisse a profecia do Senhor, posta na boca de Jeremias, o Senhor excitou o espírito de Ciro, rei da Pérsia, e este mandou fazer em todo o seu reino, à viva voz e também por escrito, a seguinte proclamação:

    23 “Assim fala Ciro, rei da Pérsia: O Senhor, Deus do céu, deu-me todos os reinos da terra e me encarregou de lhe construir um templo em Jerusalém, que está na terra de Judá. Todo aquele dentre vós que for de seu povo, esteja seu Deus com ele e que ele para lá se dirija!”.*1